Como usar o transporte público em Londres

As opções baratas para se locomover em Londres são os ônibus e o metrô. O “Tube”, como eles chamam o metrô, é a melhor opção, pois são mais rápidos e chegam a quase todos os pontos da cidade. Nós usamos os ônibus apenas para chegar ao nosso hotel, que ficava pouco mais de 1 quilômetro da estação de metrô mais próxima, e também na noite em que chegamos de volta de Liverpool, no horário em que não havia mais metrô circulando. Os ônibus tinham a vantagem de possuírem um letreiro que dizia o nome das paradas, alertando também o nome da seguinte. Dessa forma, era mais fácil saber onde estávamos e quanto faltava para nossa parada.

Seja se deslocando de ônibus ou de metrô, é imprescindível que você adquira um Oyster Card, pois o bilhete adquirido apenas para uma viagem sai mais caro. O Oyster Card nada mais é do que um cartão eletrônico, no qual você carrega o valor que quiser, podendo comprar pacotes (chamam de Travelcard) de 7 dias por exemplo, ou utilizar nos metrôs e ônibus sem pena, pois existe um teto de consumo, em torno de 5 ou 6 libras. Se você sair das zonas que indicou ao comprar o Oyster, irá pagar a diferença referente apenas àquela viagem. O Oyster pode ser comprado nas estações de trem e metrô e em algumas bancas de jornal e mercados (nós compramos na estação de metrô do aeroporto de Heathrow).

Se for ficar mais que quatro noites (5 dias) na cidade, já vale a pena comprar o Travelcard de 7 dias. Na prática, esse Travelcard vale para qualquer horário, e para quantas viagens você quiser fazer de ônibus, metrô e alguns trens (urbanos, que ligam áreas dentro da cidade). O valor do Travelcard varia porque o transporte em Londres é dividido em regiões, ou “zones”, e o preço é de acordo com quantas regiões você vai precisar passar na sua estadia. A maioria dos pontos turísticos ficam nas zonas 1 e 2, mas se você estiver hospedado na zona 3, por exemplo, vai precisar de um Travelcard zone 1-3. Vale lembrar que se você comprar o cartão em uma zona por onde não vai passar diariamente, não precisa incluí-la. Nós compramos no aeroporto (zona 6), e só carregamos o valor referente ao “extra” daquela viagem (caso fossemos voltar ao aeroporto, no fim da estadia, poderíamos carregar ida e volta ao aeroporto). Se por qualquer motivo você sair das zonas que seu “pacote” abrange (aconteceu conosco ao ir à Estação de Watford Junction) será descontado o valor referente à diferença daquela viagem. Caso você não tenha esse valor disponível, o seu saldo ficará “negativo” até que você faça uma recarga que cubra o valor descontado. Nós pagamos a diferença mais o valor da viagem de volta, ficando assim com o mesmo saldo anterior. O Oyster tem um custo cobrado pelo cartão, mas caso você não pretenda mais usá-lo, basta devolvê-lo na última estação que você for passar, que será ressarcido o valor do cartão e de qualquer saldo que estiver nele naquele momento.

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o Oyster, recomendamos que acesse este link onde irá encontrar muitos detalhes das contas e dos valores de desconto de cada pacote do Oyster, assim como os tetos de uso diário e etc.

Para sair do aeroporto de Heathrow também tem a opção do trem que é mais rápido e também mais caro. Preferimos ir de metrô porque além de ser mais barato já dá pra ir entrando no clima da cidade.

Mapa do Metrô aqui, mas ganhamos um quando compramos o Oyster Card.

Você pode baixar o mapa das linhas de ônibus de Londres, nesse link.

E também pode colocar de onde para onde quer ir nesse site e o sistema irá lhe informar qual o trajeto mais curto, os horários dos ônibus e a parada onde você irá pegá-los. Os horários das paradas e os tempos de viagem são assustadoramente precisos!

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